Renan Calheiros é indicado para Conselho de Ética do Senado

A Mesa Diretora do Senado anunciou no início da tarde de hoje (26/04) que o líder do PMDB, Renan Calheiros, foi indicado pelo partido para integrar o Conselho de Ética da Casa. Anteriormente, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), já havia dado sinais de que irá submeter o nome de Calheiros e dos demais indicados à avaliação do plenário ainda nesta terça-feira. O colegiado é composto por 15 titulares e 15 suplentes, mas, deverá iniciar os trabalhos, incompleto.

O senador Renan Calheiros vai representar o PMDB no Conselho de Ética (?) do Senado

Segundo lista divulgada para a imprensa, o PMDB será representado por Renan Calheiros (AL), Lobão Filho (MA), João Alberto Souza (MA) e Romero Jucá (RR). Já a suplência contará com os seguintes peemedebistas: Wilson Santiago (PB), Valdir Raupp (RO) e Eunício Oliveira (CE).

Pela parte do PT foi decidido que o partido será representado pelo líder Humberto Costa (PE) e pelos senadores Wellington Dias (PI) e José Pimentel (CE) entre os titulares; tendo ainda Aníbal Diniz (AC), Walter Pinheiro (BA) e Ângela Portela (RR), como suplentes.

O PSDB, por sua vez, indicou como titulares: Mario Couto (PA) e Cyro Miranda (GO). Entre os suplentes tucanos estão Paulo Bauer (SC) e Marisa Serrano (MS).

O titular do PTB será o líder Gim Argello (DF). Na suplência o partido sugeriu o nome de João Vicente Claudino (PI). Já as legendas DEM, PR, PP, PDT e PSB, pelo tamanho de suas bancadas, terão direito a uma vaga no Conselho.

Pelo DEM, Jayme Campos (MT) será o titular; enquanto Maria do Carmo Alves (SE) ficará de suplente. Os demais indicaram apenas o nome do titular. Vicentinho Alves (TO) representará o PR; Ciro Nogueira (PI), o PP; o líder Acir Gurgacz (RO), o PDT; e Antonio Carlos Valadares (SE), o PSB.

Recapitulando

O mesmo Renan Calheiros, que hoje goza de “prestígio” para ser membro titular do Conselho de Ética do Senado, em dezembro de 2007, renunciou à presidência da Casa. O motivo: quebra de decoro parlamentar em processo no qual era tido como suspeito de adquirir veículos de comunicação em Alagoas por meio de “laranjas”. Vale lembrar que, na ocasião, o plenário do Senado absolveu Calheiros da acusação devolvendo o mandato ao peemedebista.

E assim caminha a política no Brasil…

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