Brasil fecha acordo com a Alemanha para obras do PAC

A presidente Dilma Rousseff se reuniu hoje (05/05) com o presidente da Alemanha, Cristian Wulff e uma comitiva de empresários daquele país. Na pauta da reunião estava uma importante parceria entre brasileiros e alemães visando o desenvolvimento da infraestrutura do Brasil para a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016.

Segundo a presidente, em declaração à imprensa, os governos das duas nações fizeram um acordo para canalizar recursos para obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), como portos e aeroportos.

O encontro foi a primeira agenda oficial de Dilma Rousseff após ter sido diagnosticada com pneumonia, há uma semana. Mesmo com a voz rouca, abatida e mais magra, a presidente conseguiu ler sua declaração até o fim.

“Apresentei ao presidente Wulff as novas oportunidades de investimento”, relatou Dilma. “Há expectativa de participação, dos investidores e da tecnologia alemã também na construção de alta velocidade entre Rio e São Paulo”, enfatizou ela, referindo-se ao trem-bala.

De acordo com Dilma o encontrou serviu para reforçar a parceria estratégica nas áreas de comércio e investimento, firmada com a Alemanha, há cerca de dez anos. Em 2010, as relações comerciais entre os dois países ultrapassaram US$ 20 bilhões.

“A Alemanha continua sendo nosso maior parceiro comercial na Europa e o Brasil, o maior mercado para as exportações alemãs na America latina”, informou. “Há esforços para intensificar a diversificação do comércio bilateral, com agregação de valor às exportações brasileiras e com a incorporação de novos itens à balança comercial”.

O encontro entre os dois chefes de estado também rendeu uma cooperação no setor energético “em especial para assegurar a ampliação do uso de energias renováveis de parte a parte”, destacou Dilma. A presidente ressaltou ainda que o Brasil incentiva a utilização de etanol há mais de 30 anos e que isso nunca atrapalhou a produção de alimentos.

“Ao contrário, gerou milhares de empregos e permitiu que nós reduzíssemos a emissão de gases do efeito estufa numa área extremamente complexa como é o caso da área de combustíveis e de transportes de massa”, comentou.

Leia mais informações sobre o assunto no link da revista britânica The Economist. No site você poderá ver a crítica que está sendo feita ao Brasil pelo atraso nas obras da Copa do Mundo de 2014.

http://www.economist.com/node/18651344?story_id=18651344

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