Feira voltada para o setor de esportes pretende gerar R$ 5 bi em negócios

Foi lançada nesta segunda-feira (07/11), no Jockey Club do Rio de Janeiro, a World Sports & Business (WSB). O evento, que tem como principal objetivo desenvolver a economia ligada ao setor esportivo, contará com feira de produtos, palestras e workshops. A expectativa dos organizadores é que sejam gerados R$ 5 bilhões em negócios.

“A nossa principal preocupação é preparar as nossas empresas para os grandes eventos esportivos que vão ser realizados no país nos próximos anos”, comentou Hélio Viana de Freitas, diretor-executivo da WSB, referindo-se à Copa do Mundo de 2014 e aos Jogos Olímpicos de 2016.

Segundo informações do próprio diretor do evento, os negócios relacionados ao setor esportivo, no Brasil – que vão desde a venda de produtos licenciados até a negociação de direitos de transmissão de jogos – são responsáveis por apenas 0,7% do PIB nacional. Por outro lado, a mesma economia voltada para o setor de esportes gera 5% do PIB dos Estados Unidos e 4,8% do PIB da Europa.

Hélio Viana revelou que entre 15 e 20 fundos de investimentos, em sua maioria de origem estrangeira, já manifestaram interesse em investir no País. “Alguns desses fundos ainda não têm investimentos no Brasil, mas pretendem vir para cá”, complementou.

Em relação a possíveis atrasos nas obras de infraestrutura para a Copa do Mundo de 2014, evento que está mais próximo, Viana não demonstrou preocupação e minimizou as críticas decorrentes de uma recente pesquisa elaborada pelo geógrafo Paulo Roberto Andrade, da Universidade de São Paulo (USP), que mapeia sérias dificuldades que a capital paulista terá que superar para sediar um grande evento, tendo em vista experiências anteriores.

“Isso acontece em quase todos os lugares. Nas Olimpíadas de Atenas foi assim, e na Copa do Mundo da África do Sul também. Alguns estádios foram concluídos em cima da hora”, observou.

Na opinião de Viana, nenhum investidor entra num negócio da magnitude de uma Copa ou de uma Olimpíada sem saber dos riscos inerentes. Contudo, para o diretor-executivo da WSB, o que estes investidores fazem é contabilizar os possíveis riscos nos próprios custos do empreendimento.

“O esporte no Brasil, no meu conceito, é um trem-bala no asfalto. Na hora que colocarmos esse trem-bala nos trilhos, vamos gerar muitas oportunidades e negócios”, concluiu Viana.

A WSB, que conta com a parceria do Banif Investment Bank e do Instituto João Havelange, e é promovida HBusiness Bank, vai ser realizada uma vez por ano, até 2016, sempre no mês de setembro.

Com informações do Portal G1

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