Número de mortes cai 18% nas rodovias federais no fim de ano

O Departamento de Polícia Rodoviária Federal (DPRF) divulgou hoje (03/01) um balanço através do qual informou que o número de acidentes e mortes nas estradas federais, durante o último período de festas de fim de ano, teve redução em relação aos dados de um ano atrás. Segundo o levantamento, 460 pessoas morreram nas rodovias brasileiras durante o último período de festas de Natal e Ano Novo. Isso significa uma queda de 18% no índice que, no fim de 2010, registrou 556 óbitos.

O número de feridos nas estradas no período mais recente de festas foi de 6.140 – isso significa que, em relação aos 7.272 do período anterior, houve queda de 16%. Já o número de acidentes também caiu, indo de 11.643 para 10.536. Esta redução representa 10% do número total de ocorrências registradas pelo DPRF.

A análise considerou os números registrados no período entre 16 de dezembro de 2011 e 2 de janeiro deste ano, em comparação com o que foi apurado entre 17 de dezembro de 2009 até 3 de janeiro de 2010.

Se tomado somente o último período de réveillon, na virada de 2010 para 2011, foram totalizados 2.364 acidentes nas rodovias federais, 10% menos que em igual período de um ano antes, quando 2.615 veículos se envolveram em acidentes. Levando em conta apenas o período de Ano Novo 2011 para 2012 o que se viu foi uma diminuição acentuada de gritantes 44% no número de mortes em relação ao ano passado. Esta é a maior queda já registrada na história do DPRF.

Na última virada de ano foram 75 mortes; no mesmo período do ano anterior foram computados 134 óbitos. Ainda segundo o DPRF, no réveillon deste ano foram totalizados 1.524 feridos. Isso equivale a uma queda de 15% ante os 1.799 feridos do ano passado.

O coordenador geral de operação da DPRF, Giovanni di Mambro, atribui essa queda expressiva no número de acidentes, mortes e feridos nas estradas a uma forma reforçada de fiscalização realizada nos trechos mais perigosos das rodovias.

Na última operação, a Polícia Rodoviária Federal intensificou a fiscalização em 60 trechos, equivalentes a 600 quilômetros, onde tradicionalmente ocorrem 8% dos acidentes do País. As partes mais críticas estariam nas regiões metropolitanas onde há uma oferta maior de bebidas alcoólicas.

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