Em jogo que bateu o recorde de duração, Djokovic vence Nadal e se torna tri na Austrália

Apesar de, no primeiro set, Nadal dar mostras de que viria para vencer, Djokovic logo tomou o controle das ações, em partida que durou 5h53m

Neste domingo (29/01), mais uma vez, o sérvio Novak Djokovic mostrou ser o melhor tenista da atualidade. Afinal, não é para qualquer um, derrotar o espanhol e, sempre aguerrido, Rafael Nadal, depois de nada menos que 5h53m, no prestigiado torneio Australian Open. Apesar de, no primeiro set, Nadal dar mostras de que viria para vencer, Djokovic logo tomou o controle das ações e confirmou a boa fase.

Para não perder o costume, o oponente espanhol mostrou a disposição habitual forçando a ida do jogo para o quinto set. Mesmo demonstrando certo esgotamento, natural de toda grande batalha, o sérvio superou as dores que o incomodaram durante o confronto com Nadal, fechando a partida em parciais de 5/7, 6/4, 6/2, 6/7 (5) e 7/5.

Esta foi a mais longa final da história dos Grand Slams. Depois do fim do duelo, Novak Djokovic caiu de joelhos no chão da Rod Laver Arena, faturando pela terceira vez o cobiçado título do Australian Open.

Mesmo demonstrando certo esgotamento, sérvio superou dores que o incomodaram durante o confronto com espanhol e venceu o jogo

As 5h53m de duração deste domingo, em Melbourne, fez do duelo, não só a mais longa final da história dos Grand Slams como a partida mais extensa já registrada no charmoso Aberto da Austrália. Até este domingo, a final do US Open de 1988, de 4h54m, entre Mats Wilander e Ivan Lendl, detinha a marca. Em Melbourne, o recorde era das 5h14m da semifinal de 2009, entre Nadal e Fernando Verdasco.

Com o feito, Djokovic passou a ser o quinto tenista da Era Aberta a vencer três torneios de Grand Slam de maneira consecutiva – em todos estes casos, os triunfos no confronto final foram contra o mesmo Rafael Nadal, atual número dois do mundo. A lista de campeões já incluía Rod Laver, Pete Sampras, Roger Federer e o próprio Nadal.

Contando os títulos de 2008 e 2011 – e a conquista obtida neste domingo – Novak Djokovic passa a ser o quarto tenista da Era Aberta (a partir de 1968) a somar três títulos do Australian Open. O sérvio se junta agora a um seleto grupo que já contava com três nomes: Andre Agassi (4), Roger Federer (4) e Mats Wilander (3).

Por outro lado, o espanhol Rafael Nadal, com a derrota do último fim de semana, se tornou o primeiro tenista da Era Aberta a perder três finais consecutivas de Grand Slam. As três para o sérvio Djokovic em Wimbledon/2011, no US Open/2011 e no recém-encerrado Australian Open/2012. Considerando jogos em outros torneios, o número 2 do mundo alcançou, no último domingo, o sétimo revés seguido em confrontos contra o seu maior rival na atualidade.

Com o feito, Djokovic passou a ser o quinto tenista da Era Aberta a vencer três torneios de Grand Slam de maneira consecutiva

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