Imóveis no Rio continuam a se valorizar, mas em ritmo mais lento

O índice FipeZap, divulgado recentemente, mostrou que os preços dos imóveis no Rio continuam sua tendência de alta, mas num ritmo mais moderado. Em março, a capital fluminense registrou elevação de 1,4%, contra 2,6% no mês anterior.

Avaliando a alta acumulada em 12 meses, percebe-se que a propensão à desaceleração, verificada nos últimos meses, permanece. Segundo o indicador FipeZap, no último ano, a aceleração foi de 28,8%. Na comparação com igual período imediatamente anterior, encerrado em fevereiro, a oscilação ficou na casa dos 31%.

No detalhe, a fachada do condomínio Barra Allegro, no Recreio dos Bandeirantes, uma das regiões do Rio com forte potencial de crescimento imobiliário

A pesquisa mostrou também que, das sete capitais estudadas (Rio, São Paulo, Belo Horizonte, Distrito Federal, Fortaleza, Salvador e Recife), o Rio de Janeiro foi a que registrou a maior queda no índice de preços. Tomando como exemplo a cidade de São Paulo, tem-se que a alta em dose meses, registrada em março foi de 24,7% ante 25,6% em fevereiro.

De acordo com o levantamento, o Leblon possui o metro quadrado mais caro entre os bairros pesquisados, com valor de R$ 17.448. Isso equivale a 16 vezes o preço do metro quadrado na Pavuna – o menor entre todas as regiões verificadas (R$ 1.311).

No topo do ranking surgem os apartamentos de quarto e sala. É que desde o início da série, em janeiro de 2008, a valorização já chega a 185%. Por outro lado, os de quatro dormitórios assinalaram a menor das variações, 149%.

Partindo para uma comparação mais abrangente, o preço médio do metro quadrado do Distrito Federal fica na liderança, registrando R$ 8.100. Na segunda posição aparece o Rio de Janeiro com o valor de R$ 7.796. Na sequência aparecem: São Paulo (R$ 6.295), Recife (R$ 5.122), Fortaleza (R$ 4.410) e Salvador (R$ 3.688). Extraindo a média nacional, o preço ficou em R$ 6.446.

Na pesquisa nacional, o índice registrou aceleração de 1,4%, valor menor do que o observado em fevereiro, quando o indicador acelerou a 1,5%. Rio de Janeiro e São Paulo têm juntas peso de 70% no índice composto.

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