Lágrimas de alegria

Enquanto no judô, o choro brasileiro foi de tristeza, na natação também houve lágrimas, mas, dessa vez, de alegria. Toda esta emoção partiu da nadadora Joanna Maranhão, que ainda apresenta a marca aparente da queda que sofreu em seu quarto na Vila Olímpica, horas antes da estreia na disputa dos 400m medley – prova na qual Joanna depositava toda sua esperança.

Ainda um pouco abatida pelo acidente, a nadadora entrou na piscina desanimada e não acreditava que fosse seguir em Londres. Para Joanna, sua participação na competição havia se encerrado com a fatalidade da qual foi vítima momentos antes de iniciar a disputa. Depois da apreensão inicial, a competidora brasileira descobriu que tinha avançado à fase semifinal – prevista para ocorrer às 16h55 (horário de Brasília). Joanna Maranhão conquistou o 16º tempo e só soube que havia passado de fase na área de entrevistas.

O depoimento da nadadora a respeito da prova que havia disputado começou com um “infelizmente eu não tive a oportunidade…” até que ela se deu conta, pela reação dos jornalistas, que havia algo errado. Quando olhou para o sumário das eliminatórias, que aparecia na TV à sua frente, teve a confirmação. “Eu entrei?!”, perguntava atônita, sem esconder a surpresa.

Assim que teve a confirmação, Joanna não sabia se chorava ou se ria. Lembrou dos meses de sacrifício que passou para chegar até as Olimpíadas pela terceira vez. “As coisas são engraçadas, né? (risos) Na minha cabeça, eu ia começar nos 400m medley e ganhar confiança para as duas outras provas que não são a minha especialidade. Eu só precisava nadar. Olhei para o lado e vi uma chinesa (Jiaxing Li), que não era aquela do recorde mundial dos 400m (Shiwen Ye), mas tentei imaginar que era. Competir era tudo o que eu queria. Planejei começar bem nos 400m indo para a final ou não. Durante os últimos meses tomei cuidado com o que comia, não pegava estrada porque o carro poderia bater, não jogava basquete com o Lu (o judoca e namorado Luciano Correa) para não me machucar. E aí, três horas antes de estrear nos Jogos eu acordo e me vejo no chão, com o rosto sangrando. Eu só pensava assim: “Deus, hoje não”, declarou Joana.

Joanna Maranhão conquistou o 16º tempo e só soube que havia passado de fase na área de entrevistas / Imagem: GloboEsporte.com

Animada com a notícia inesperada, a nadadora brasileira só queria saber de comemorar com um abraço na técnica Rosane Carneiro. As duas começaram a trabalhar juntas há um ano. Rosane, que resolveu se afastar da borda da piscina depois do fim da parceria com Kaio Márcio Almeida, resolveu topar o desafio. O objetivo era voltar a uma final olímpica nos 400m medley. Exatamente como fez em Atenas-2004, quando tinha 17 anos e conquistou o quinto lugar. Este foi o melhor resultado da história da natação feminina do Brasil na história dos Jogos, dividido com Piedade Coutinho, que obteve a mesma colocação em Londres-1948.

“Algumas pessoas perguntam se eu tenho falta de sorte. E eu respondo: ‘Eu tenho é muita sorte’. Perdi e encontrei essa essência de novo. Há alguns anos, eu acordava cansada do treino e ficava pensando na desculpa que iria dar para não treinar. Hoje, eu acordo cansada e penso em como vou me superar”, sorriu Joanna, que nesta terça-feira disputará as eliminatórias dos 200m borboleta.

 

Confira os tempos das 16 classificadas

1º – Shiwen Ye (China) – 2m08s90

2º – Kirsty Coventry (Zimbábue) – 2m10s51

3º – Caitlin Leverenz (EUA) – 2m10s63

4º – Katinka Hosszu (Hungria) – 2m10s68

5º – Alicia Coutts (Austrália) – 2m10s74

6º – Mireia Garcia Belmonte (Espanha) – 2m11s73

7º – Ariana Kukors (EUA) – 2m11s94

8º – Evelyn Verraszto (Hungria) – 2m12s17

9º – Stephanie Rice (Austrália) – 2m12s23

10º – Hannah Miley (Grã-Bretanha) – 2m12s27

11º – Theresa Michalak (Alemanha) – 2m12s75

12º – Amit Ivry (Israel) – 2m13s29

13º – Jiaxing Li (China) – 2m13s43

14º – Izumi Kato (Japão) – 2m13s85

15º – Beatriz Cortes Gomez (Espanha) – 2m13s93

16º – Joanna Maranhão (Brasil) – 2m14s26

 

Com informações do GloboEsporte.com

 

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Emoção no tatame

O início do dia foi de muito choro no tatame. Isso porque a brasileira Rafaela Silva foi eliminada da competição olímpica de judô na categoria peso-leve (até 57 kg). A judoca carioca foi derrotada nas oitavas de final do torneio, já que, no entendimento da arbitragem, ela teria se utilizado de uma catada de perna – o que seria um golpe ilegal – para derrubar a húngara Hedvig Karakas.

Apesar de chegar a ser validado como um wazari, o golpe de Rafaela foi posteriormente retirado da pontuação oficial após a verificação do vídeo da luta. Diante da eliminação, a judoca brasileira, vice-campeã mundial em 2011, não resistiu e caiu no choro.

Desde o início da luta, a oponente de Rafaela chamou a atenção, não só por sua técnica, mas também por esbanjar beleza. Mas como para o esporte beleza não põe mesa, Karakas partiu para cima da brasileira, recuperando, logo no começo do confronto, uma desvantagem de um yuko, contra a espanhola Concepcion Bellorin nos segundos finais, com um ippon no uchimata, especialidade de Rafaela. As duas já haviam se enfrentado duas vezes em oportunidades anteriores: como júnior, quando a esportista húngara venceu; e como sênior, no ano passado, quando Rafaela levou a melhor.

Brasileira bem que tentou, mas não conseguiu superar judoca húngara e foi eliminada nas oitavas de final da competição olímpica após aplicar golpe de catada de perna / Imagem: AFP

A judoca do Rio de Janeiro começou a luta muito focada e logo no início arriscou um ippon seoi nage, neutralizado por Karakas. O duelo continuou bastante disputado até que, com 3m40s, a húngara recebeu a primeira advertência. A adversária de Rafaela passou a arriscar seu uchi-mata, mas sem sucesso.

Faltando três minutos para o final, a judoca do Brasil conseguiu aplicar um wazari, desequilibrando Karakas ao catar suas pernas para derrubá-la. Entretanto, este lance se tornaria polêmico, pois, pouco depois, a arbitragem decidiu por tirar o ponto de Rafaela por considerar seu golpe ilegal.

Com a reavaliação do juiz da luta, Rafaela Silva não aguentou. Desabou no tatame, aos prantos. Karakas estendeu sua mão e a ajudou a brasileira a se levantar, mas Rafaela não parou de chorar. Inconsolável, ela precisou ser carregada pela técnica Rosicleia Campos à área técnica.

A catada de perna foi banida do judô como ataque direto em 2010, quando a Federação Internacional de Judô (FIJ) mudou as regras do esporte com a intenção de voltar ao estilo mais tradicional do esporte, que estava se assemelhando demais à luta livre e greco-romana. Desde então, o judoca só pode pegar as pernas do adversário com as mãos para derrubá-lo em tentativas de contragolpe.

 

Com informações da AFP

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Seleção masculina de basquete do Brasil é apontada como uma das favoritas em Londres

Anderson Varejão está entre as apostas do forte time de basquete do Brasil

Nesta sexta-feira (27/07) o site da revista ESPN elencou a seleção masculina de basquete entre as top 3 da competição olímpica. A aposta feita pela crítica especializada não é à toa se levarmos em consideração que quatro brasileiros são da NBA – tida por unanimidade como a Liga nacional mais disputada do mundo. Além do trio de gigantes – Tiago Splitter, Nenê Hilário e Anderson Varejão – a seleção conta com um finalizador veloz, Leandrinho Barbosa e o armador Marcelinho Huertas, destaque do forte time do Barcelona.

No ranking da revista, a seleção brasileira aparece atrás apenas de Estados Unidos e Espanha – estando estas duas, há muito, entre as melhores do planeta. Em suas considerações a respeito da equipe do Brasil, a ESPN também não poupou elogios ao técnico Rubén Magnano, comparando-o a Mike Krzyzewski. Para a publicação, o treinador argentino é tão competente e reverenciado como o “Coach K” o é nos EUA.

Na concepção da crítica norte-americana, os comandados de Magnano têm se apresentado de maneira consistente dentro da quadra. Uma das referências utilizadas para a aposta na seleção brasileira foi a vitória – até certo ponto apertada – do Dream Team sobre o Brasil por 80 a 69, em amistoso realizada no último dia 16 de julho, em Washington.

Na ocasião, a seleção finalizou o primeiro quarto vencendo bem, foi quase anulada no segundo – convertendo apenas cinco e levando 20 pontos – e, finalmente, equilibrou a disputa no terceiro e quarto períodos contra o sempre temido time dos EUA.

O elogio vem depois de jogadores como LeBron James, Kevin Durant, Russel Westbrook, Carmelo Anthony, além do técnico Mike Krzyzewski exaltarem a qualidade da exibição brasileira em entrevista coletiva concedida hoje, em Londres.

Mesmo ressaltando a evolução e a força dos brasileiros, a publicação dos EUA mantém o seu País como o favorito para conquistar a medalha de ouro, seguido por outros possíveis candidatos como Espanha, Argentina, Rússia, França e Lituânia. A Seleção terá pela frente no Grupo B: espanhóis, russos, australianos, britânicos e chineses.

Entre os adversários olímpicos, a equipe comandada por Magnano realizou amistosos nos últimos meses contra Estados Unidos, Argentina, França, Austrália, Nigéria e Tunísia. Apenas norte-americanos, argentinos e franceses derrotaram o Brasil, mas em nenhuma das ocasiões a seleção foi batida por uma diferença expressiva de pontos.

 

Fonte: Portal Terra

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Governo acena com possibilidade de redução de 10% nas tarifas de energia

Artigos de Medida Provisória que irá tratar do assunto ainda não foram definidos, mas, provavelmente, as companhias terão direito a operar as concessões por mais de 20 anos / Imagem: Paraiba.com.br

O ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, voltou a dizer nesta quinta-feira (26/07) que o governo está trabalhando em uma Medida Provisória para renovar as concessões de energia. A MP será encaminhada em breve ao Congresso. De acordo com o ministro, os artigos ainda não foram definidos, mas, provavelmente, as companhias terão direito a operar as concessões por mais de 20 anos. “Não batemos o martelo sobre os artigos da nova lei, mas em princípio seria por mais 20 anos”, afirmou.

Segundo cálculos da pasta, como a renovação das concessões deixará de remunerar os ativos depreciados, seguida de um processo de corte dos encargos, a tendência é que a tarifa de energia caia pouco mais de 10%. “Nós estimamos em torno de 10%, um pouco pra mais. A redução que estamos examinando está sendo calculada pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), mas será para o consumidor e para a indústria.”

“Nós estamos trabalhando intensamente em uma MP ao Congresso de alteração do modelo de concessões de energia, tudo isso com princípio mantido da modicidade tarifária, que será intenso”, declarou Lobão. “Os encargos setoriais serão extintos. Esse é o caminho para fazer cair o preço da energia”.

O ministro explicou que o governo fará uma “revolução na área de energia elétrica”. Isso só será viável, segundo ele, devido ao fato da geração de energia elétrica ser uma atividade barata, mas que encarece no meio do caminho. “Estamos suprimindo os encargos setoriais todos e promovendo uma redução de tributos”, disse.

De acordo com o titular da pasta das Minas e Energia, o governo estuda cortar a CCC (Conta de Consumo de Combustíveis), a RGR (Reserva Global de Reversão) e a CDE (Conta de Desenvolvimento Energético) e, provavelmente, o Proinfa (Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica).

Edison Lobão destacou ainda que o programa Luz para Todos, financiado por estes encargos, será mantido e que o Tesouro Nacional irá assumi-lo. “Eles acabam e aquilo que hoje é financiado por estes encargos, como Luz para Todos, o Tesouro assume.”

Quanto à possibilidade de redução do ICMS, o ministro lembrou que esta é uma decisão que cabe aos Estados. “É claro que nós gostaríamos muito que os governos estaduais também reduzissem o ICMS, mas isso é uma questão de autonomia de cada Estado”, concluiu.

 

Com informações da Agência Estado

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Brasil estreia com pé direito

Seleção brasileira vence por 5 a 0 e já é a primeira no Grupo E / Imagem: AP

Apesar de ainda não ter começado oficialmente, com direito a festa de abertura e show de Paul McCartney, hoje foi dia da seleção brasileira feminina de futebol estrear nas Olimpíadas de Londres. Por sinal, que estreia! O selecionado canarinho não tomou conhecimento da equipe de Camarões e iniciou sua participação na competição com uma goleada expressiva de 5 a 0.

Comandada por Marta e Cristiane a seleção encantou o público presente no Millenium Stadium, em Cardiff, País de Gales. Marta, marcou duas vezes, e Cristiane se tornou a maior artilheira da história do torneio olímpico, com 11 gols.

Com a vitória, o Brasil assumiu a liderança do Grupo E. Ocupando a vice-liderança aparece a Grã-Bretanha que, mais cedo, ganhou da Nova Zelândia por 1 a 0, mas não superou a seleção brasileira no saldo de gols.

As brasileiras voltam a campo no próximo sábado (28/07), às 10h30m (horário de Brasília), quando enfrentam a Nova Zelândia. Enquanto isso, a seleção de Camarões irá encarar a Grã-Bretanha no mesmo dia.

Escalações

Brasil  5

Andreia, Bruna, Erika, Renata Costa, Fabiana, Franciele, Formiga, Ester, Maurine, Marta, Thaisinha.

Camarões 0

Ngo Ndom; Manie, Ejangue, Meffoumetou, Nchout; Bella, Feudjio, Beyene, Yango; Ngono Mani e Onguene.

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Justiça diz não a nova investida de advogados para adiar depoimento de Cachoeira

Para a defesa, os depoimentos das testemunhas colhidos desde terça-feira são inconsistentes para esclarecer aspectos fundamentais / Imagem: Agência Senado

Os advogados bem que tentaram, mas não conseguiram suspender o depoimento do bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, previsto para ocorrer nesta quarta-feira (25/07) na Justiça Federal em Goiás. O pedido foi negado pelo juiz Alderico Rocha Santos. Para a defesa, os depoimentos das testemunhas colhidos desde terça-feira são inconsistentes para esclarecer aspectos fundamentais, como a relação entre as operações Vegas e Monte Carlo, ambas da Polícia Federal (PF).

A advogada de Cachoeira, Dora Cavalcante, solicitou que seu cliente só fosse ouvido após os depoimentos do agente da PF (Márcio Azevedo) – responsável por investigar o bicheiro – e do delegado Raul Alexandre Marques de Souza – incumbido de liderar a operação Vegas, operação essa que também apurou a exploração de jogos ilegais.

“Em face das insuperáveis dúvidas, é imprescindível a oitiva das testemunhas”, disse a advogada. A acusação se posicionou contrariamente à solicitação.

Ontem, a Justiça já havia se oposto a outra manobra da defesa de Cachoeira e de Idalberto Matias de Araújo, o Dadá, para que os depoimentos fossem adiados. De acordo com a advogada Dora Cavalcante, as operadoras de telefonia não haviam comunicado ao magistrado quais clientes tiveram seus sigilos quebrados por autoridades policiais durante a operação Monte Carlo.

O defensor de Dadá, Leonardo Gagno, cobrou também a presença dos 81 réus do processo e não apenas os oito integrantes do núcleo da quadrilha.

Entenda o caso Carlinhos Cachoeira

Acusado de comandar a exploração do jogo ilegal em Goiás, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi preso na Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, em 29 de fevereiro de 2012 – oito anos após a divulgação de um vídeo em que Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil, José Dirceu, lhe pedia propina. O escândalo culminou na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Bingos e na revelação do suposto esquema de pagamento de parlamentares que ficou conhecido como mensalão.

Escutas telefônicas realizadas durante a investigação da PF apontaram diversos contatos entre Cachoeira e o senador Demóstenes Torres (GO), então líder do DEM no Senado. Ele reagiu dizendo que a violação do seu sigilo telefônico não havia obedecido a critérios legais, confirmou a amizade com o bicheiro, mas negou conhecimento e envolvimento nos negócios ilegais de Cachoeira.

As denúncias levaram o Psol a representar contra Demóstenes no Conselho de Ética e o DEM a abrir processo para expulsar o senador. O goiano se antecipou e pediu desfiliação da legenda. Demóstenes passou por processo de cassação por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética da Casa.

Em 11 de julho, o plenário do Senado aprovou, por 56 votos a favor, 19 contra e cinco abstenções, a perda de mandato do goiano. Ele foi o segundo senador cassado pelo voto dos colegas na história do Senado.

 

Com informações do Portal Terra

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Gastos de brasileiros no exterior apresentam queda de 9,75% em junho

O resultado de junho é o menor para o mês desde 2010

O Banco Central anunciou ontem (24/07) que os brasileiros deixaram US$ 1,68 bilhão no exterior em junho. O resultado é 9,75% inferior em relação ao mês equivalente de 2011. Neste mesmo período, no ano passado, os gastos ficaram em US$ 1,86 bilhão. O resultado de junho é o menor para o mês desde 2010 (US$ 1,324 bilhão). Já as despesas no exterior, no primeiro semestre, ultrapassaram em US$ 460 milhões as de mesmo período no ano passado. (US$ 10,242 bilhões).

De acordo com os economistas, as despesas brasileiras no exterior estão atreladas ao emprego, à renda e ao crescimento da economia nacional. Para este ano, a previsão dos especialistas em Economia é que o PIB cresça 1,9% – abaixo dos 2,7% registrados em 2011 e dos 7,5% de 2010.

Nos seis primeiros meses deste ano, ainda de acordo com informações do BC, as despesas no exterior totalizaram US$ 10,7 bilhões, com pequeno crescimento frente ao mesmo período do ano passado (US$ 10,24 bilhões). Em todo ano de 2011, os gastos lá fora totalizaram US$ 21,26 bilhões – valor que é recorde histórico.

 

Fonte: Jornal do Brasil

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